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Sobre os Tiroteios nos EUA

Nenhum país está livre de psicopatas que a qualquer momento podem "virar a boneca" e matar uma ou mais pessoas; mesmo em Portugal, um país considerado pacífico, por vezes ouvimos este tipo de notícias nos telejornais - um marido que matou a mulher sem razão aparente, ou alguém que entrou num café e decidiu começar um tiroteio, entre outros. No entanto, temos de concordar que nos EUA este tipo de situações e tragédias são quase o prato do dia. É assustador. E o pior, é que não é de hoje, nem começou ontem: há anos que isto sucede. E o que está a ser feito em relação a isto? Aparentemente, nada, ou, pelo menos, nada que esteja a dar frutos. Apenas dois dias após uma cantora ter sido baleada no fim do seu concerto, enquanto dava autógrafos aos fãs, outro tiroteio foi notícia, desta vez num bar gay, do qual resultaram 50 mortos e 53 feridos. Ambos os acontecimentos foram em Orlando, Flórida. Não conhecia a cantora, Christina Grimmie, que foi concorrente no The Voice, mas a r...

"Já cuscaste tudo? então baza!"

Quando as pessoas se metem nas redes sociais deveriam ter consciência do que isso acarreta, bem como dos objectivos primários das mesmas. Ultimamente, no Facebook, tenho visto algumas pessoas a postarem imagens ou estados com as seguintes mensagens, ou mensagens do género: "já cuscaste tudo? então baza!" "vieste ao meu perfil ver o quão eu sou feliz, pronto já viste, agora sai!" Ora bem, o Facebook existe exactamente para podermos ver os perfis uns dos outros, se não querem que vejam o vosso perfil têm três soluções: - não adicionar a pessoa/ alterar as definições de privacidade - pôr a pessoa na área restrita que o Facebook tem ao nosso dispor - ou, pura e simplesmente, não ter uma REDE SOCIAL vá lá, deixem de ser infantis, até parece que quem posta este tipo de coisas não faz, ou já fez, o mesmo: ir cuscar o Facebook de alguém. E não tem mal nenhum, porque esse é exactamente um dos objectivos de uma REDE SOCIAL. Duuuuuhhhhh

Bullying: Uma História que vai muito para além dos portões da escola

Bullying.. A nova "doença" do século XXI. Perdoem-me por me referir a este fenómeno desta forma, mas é o que sinto. Os miúdos sempre gozaram uns com os outros, todos nós tivemos essa fase parva, não há como negar: qualquer coisa servia de motivo para chacota, por mais insignificante que fosse. Também gozaram comigo, no entanto, não sinto que tenha sido vítima de bullying: não fiquei traumatizada, não senti vontade de morrer, não sinto rancor das pessoas (ainda hoje falo com elas se for preciso). A diferença, penso, é que na altura nós não éramos maus, não queríamos realmente fazer mal aos outros... éramos, pura e simplesmente, parvos. Hoje em dia, esta gozação chamada de Bullying toma proporções completamente descabidas e, pior que isso, não acaba nos portões de uma escola, nem é feita apenas por miúdos. Muitas vezes navegar na Internet faz-me não querer viver mais neste mundo, faz-me sentir vergonha desta sociedade mesquinha e completamente vazia de conteúdo. Basta uma h...

pessoas que espetam o guarda-chuva para trás!

Pessoas que espetam o guarda-chuva para trás quando vão a andar ou a subir escadas... Acontece especialmente nos transportes: nas escadas do metro então, é já uma prática comum entre as pessoas com falta de bom senso! Vai uma pessoa a subir as escadas e ainda tem de estar preocupada se a criatura da frente tem o guarda-chuva espetado para trás, de modo a que se possa desviar de uma eventual estocada no meio dos olhos, ou mesmo num olho. Quando não é nas escadas do metro, é à entrada do barco, ou mesmo na via pública, na rua propriamente dita. E lá temos nós de desviar as canelas, caso contrário ficamos coxos devido aos acéfalos do guarda-chuva espetado. Penso  que poderia haver uma formação de civismo quanto a este assunto, podia-se chamar qualquer coisa como: "Como manusear um guarda-chuva fechado em via pública". Ou então, como o tratamento de choque resulta sempre melhor e efi...

Parecia Um Dia Normal...

Era uma quinta-feira à tarde como outra qualquer. Antes de chegar ao trabalho passei pelo supermercado para comprar algo para o lanche. A fila, como sempre, estava enorme; então, enquanto esperava, reparei no expositor das revistas que se encontrava do meu lado direito. Pus-me a observar as revistas e a ler as suas manchetes e qual não é o meu terror (ia escrever espanto, mas o que senti vai para lá de mero espanto) quando reparo que todas elas falam dos concorrentes da Casa dos Segredos (ainda bem que põem o símbolo do programa por baixo dos títulos, caso contrário teria ficado meia hora a olhar para as fotos a tentar perceber que raio famosos eram aqueles). Pior que serem todas sobre a Casa dos Segredos, é o teor das notícias! Sendo revistas de TV, que trazem a programação e coisas que tais, até não é estranho fazerem manchetes sobre programas televisivos, no entanto, estar na fila do supermercado e dar de caras com uma revista cuja capa diz "já dormem juntos" é no mínimo ...

Essa Coisa das Praxes

Já não consigo ver telejornais! A história é sempre a mesma, praxes para aqui, praxes para acolá. Não me queria pronunciar, pois já estou tão farta da parvoíce das pessoas que já nem paciência arranjava para escrever sobre este assunto. Prezo, no entanto, em saber que não sou a única a partilhar de uma opinião formada há muito tempo. Fui praxada em 2007, na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, na altura ainda da UTL. A praxe consistiu num pedipaper em que cada estação correspondia a um desporto, a uma disciplina ou a um curso da faculdade. Como é lógico, sendo a FMH uma faculdade de desporto, estão proibidas praxes que atentem contra a integridade física dos alunos, bem como proibidas praxes que os humilhem (pelo menos na altura era assim). Depois do pedipaper fomos batizados na praia da Cruz Quebrada, tivemos lá a fazer umas palhaçadas e depois levámos com a famosa “nhanha” (feita de farinha, água, oleo, especiarias, etc) na cabeça, tivemos que mergulhar par...

A minha descoberta da semana...

Há muito tempo que não vinha aqui falar de gente estranha, o tempo não tem sido muito e a minha atenção a bizarrices não tem estado nos seus melhores dias, mas hoje descobri uma coisa deveras interessante e peculiar. Antes de passar à estranheza deste povo vou fazer uma breve introdução.. "Gossip Girl" é uma série sobre a jovem elite de Upper East Side, Manhatan, cuja vida pessoal é monitorizada por um blog com o mesmo nome da série - Gossip Girl . A identidade da/o gestora/gestor do blog nunca é revelada até ao último episódio, mas todas as personagens contribuem para o blog, pois são elas que enviam as fofocas; o "slogan" do blog/série é exactamente: "who am I? that's a secret I'll never tell". A série começou em 2007 e acabou em 2012, costumava dar na Sic, deixando de ir para o ar misteriosamente. E o que tem isto a ver com gente estranha?? Bom, gostava de poder dizer: NADA! No entanto, hoje descobri que tem tudo a ver... Alguém, no meio da ...

TPCs na escola primária

Já ando para escrever este texto há imenso tempo, há tanto que já nem me lembro quando foi que ouvi esta notícia no Jornal da Noite, portanto não posso precisar a data. Estava eu a jantar, quando dá uma notícia sobre uma escola primária em Oeiras (salvo erro) na qual os professores não mandam trabalhos de casa para os alunos, e isto é mesmo uma regra da escola. Eu não teria ficado muito chocada se a justificação fosse plausível, mas é perfeitamente absurda. O presidente da Associação de Pais, em entrevista, disse que as crianças têm de ter tempo de ser crianças e de brincarem, pois chegam a casa cansadas da escola e ainda têm de fazer trabalhos de casa. Ora que chatice, a vida das crianças é complicadíssima, aliás eu lembro-me perfeitamente de chegar estafada a casa quando andava na primária! E aqueles problemas que a professora mandava para fazer?? Eram um horror de difíceis! Eu ainda hoje durmo mal à conta disso, nunca recuperei do trauma! Por sua vez, o professor de matemática...

Haja Revolução

Tenho que admitir que política nunca foi a minha onda, tudo o que irei dizer aqui é de senso comum (só para não me apedrejarem). Não fui à manifestação de ontem, por duas razões: 1º porque ainda não tinha comprado passe e não tinha dinheiro para ir para Lisboa, 2º porque morro de medo de estar no meio daquela gente toda sabendo perfeitamente que a manifestação iria acabar como acabou, com violência, e eu sendo pequena e leve no meio daquilo levava um encontrão, ia parar ao cu de judas e, verdade seja dita, morta não posso fazer nada pelo país! Compreendo o desagrado das pessoas, embora saiba que as medidas que estão a ser tomadas são necessárias porque Portugal está sem dinheiro e se a Troika não tivesse metido cá os pés estaríamos piores, pois não havia dinheiro sequer para salários. O que me desagrada, tal como a toda a gente, é essas medidas serem apenas e só contra o povo, enquanto membros do governo e deputados continuam a viver no bem bom. Por que não cortam eles na fr...

As Coisas que se ouvem acerca do Euro

Hoje à tarde, num programa da RTP1 sobre o Euro 2012, uma jornalista perguntou a uma senhora se ia torcer pela selecção e se ia ver o jogo etc etc, ao que a senhora responde: "Claro! Então hoje  somos todos portugueses!" Peço desculpa, eu cá acho que sou portuguesa desde que nasci, não fui só hoje, pelo menos é o que diz no meu CC! Mas só por causa disso amanhã vou ser Finlandesa!

Há trabalho, não há é emprego...

Eu penso que o problema da juventude hoje em dia é que é muito esquisita; no tempo dos meus pais a maior parte das pessoas só tinham a 4ª classe mas tinham vontade de trabalhar, de aprender como se faziam as coisas, não tinham muitos problemas com o tipo de trabalho, desde que lhes desse dinheiro suficiente para viverem. Agora a maior parte das pessoas têm cursos superiores e só querem trabalhar para aquilo que estudaram; é claro que eu compreendo, eu própria estou a estudar e gostava de trabalhar na minha área, mas em tempo de crise não dá para ser esquisistinha: ah tem côdea, ah tem natas, ah tem espinhas... E a culpa é também do sistema, porque se tem curso é porque tem, se não tem é porque não tem; portanto se querem que vos diga, para mim a solução é começar-se a trabalhar por conta própria e "inventar" qualquer coisa para fazer. Numa coisa o Primeiro Ministro tinha razão, o desemprego também gera oportunidades, gera oportunidade às pessoas para aprenderem o que signifi...

Isto realmente...

Cada vez tenho mais a certeza que os portugueses quanto menos fazem menos querem fazer! Hoje ia a sair do teste de Estudo das Culturas e iam três colegas meus à minha frente que tinham também acabado de sair. Falavam sobre o teste e sobre o facto da professora ter posto um texto em galego para ser analisado na pergunta de desenvolvimento, uma das raparigas disse: "acham normal? mas estamos em Portugal ou estamos na Espanha? Mas também lixou-se, que eu fiz uma letra toda ranhosa pode ser que ela também não perceba!" A minha vontade foi dizer: meus amigos, estão numa faculdade de letras, é mais do que normal termos de levar com várias línguas! Eu nunca tive espanhol na vida e percebi tudo o que dizia no texto, até porque aquilo não estava mesmo em espanhol, estava em galego que sempre é mais parecido com o português. Aposto que se o texto fosse em inglês não diriam "mas estamos em Inglaterra ou em Portugal?"; além do mais a professora deu aquele texto nas aulas ante...

"Nem tenho caspa"

As coisas que uma pessoa é "obrigada" a ouvir nos telejornais... a propósito do aumento na factura da água uma senhora deu uma solução: "então toma-se banho menos vezes, eu também não preciso de tomar banho todos os dias não ando suja, nem tenho caspa!" Claro então, até porque ter caspa é o sinónimo de andar porca, como se a caspa aparecesse por não se tomar banho e não fosse um problema do coro cabeludo - mesmo quem toma banho todos os dias pode ter caspa, não tem nada a ver, mas enfim - pior é saber que há alguém com coragem de dizer estas coisas na televisão! Valha-me um burro aos coices e outro aos pinotes!